TST já tem projeto básico do próximo concurso para analistas e técnicos

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TST já tem projeto básico do próximo concurso para analistas e técnicos

Foi divulgado o projeto básico do próximo concurso do TST! O certame visará a formação de cadastro de reserva para técnicos administrativos (nível médio), em segurança judiciária (médio ou médio/técnico e carteira de habilitação na categoria D ou E e de programação (médio/técnico).  Para analista (nível superior), serão seis áreas, com remuneração de R$ 11.345,90O prazo de validade do concurso será de dois anos, podendo chegar a quatro, com expectativa de muitas contratações!

Acredita-se que o concurso possa ser lançado no primeiro semestre, com abertura imediata das inscrições. A Fundação Carlos Chagas venceu o processo licitatório e será a banca responsável por organizar o concurso. No dia 13 de abril  foi publicada no Diário Oficial da União a dispensa de licitação confirmando a FCC como entidade organizadora. Segundo fontes ligadas ao tribunal, concorreram, além da banca, a Fundação Getulio Vargas (FGV) e o Cebraspe (antigo Cespe/UnB).  O próximo passo do Tribunal Superior do Trabalho será a assinatura do contrato, programada para os próximos dias.
                                          
No próximo certame deverão ser ofertadas,
pelo menos, 74 vagas. Esse é o saldo das autorizações para provimento de pessoal no Tribunal Superior do Trabalho (TST), constantes do Anexo V das Leis Orçamentárias de 2015 e 2016 e passível de ser utilizado este ano. Tal dado consta do Ato Conjunto nº 1 de 6 de fevereiro, assinado pelo presidente do TST, ministro Ives Gandra Filho (veja abaixo).


                                    

Uma vez que tramita na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei Lei 100 de 2015, que busca a criação de 270 vagas de analista da área Judiciária, esse número de vagas poderá ser maior. O projeto básico do TST também revelou as previsões de aplicação das provas, bem como suas estruturas. Como houve atraso na abertura do concurso, as avaliações deverão acontecer em julho, 60 dias após a divulgação do edital. Para analista, as especialidades são: Administrativa (nível superior em qualquer área), Judiciária (graduação em Direito), Contabilidade, Análise de Sistemas, Suporte em Tecnologia da Informação e Taquigrafia (superior em qualquer área). A carga de trabalho é de 40 horas semanais.

Os candidatos serão avaliados por meio de 70 a 120 questões objetivas (divididas entre Conhecimentos Básicos e Específicos). Para técnico administrativo, haverá ainda redação. No caso dos analistas será proposta uma prova discursiva. Uma avaliação prática, em dia posterior, acontecerá para técnico de segurança judiciária e analistas das áreas Judiciária e de Taquigrafia. As provas serão aplicadas apenas em Brasília, onde fica a sede do TST e onde os selecionados serão lotados. As provas serão aplicadas em horários distintos para os cargos de níveis médio e superior, permitindo a concorrência para dois cargos. As disciplinas não foram divulgadas no projeto básico, mas os interessados podem guiar os estudos tendo por base o edital do último concurso do TST, realizado em 2012. 

O regime de contratação é o estatutário, que assegura a estabilidade. Os selecionados terão direito a um pacote de benefícios, que inclui, além do auxílio-alimentação de R$884, já somado nas remunerações, auxílio-transporte, variável, e assistência pré escolar de R$699, para quem tem dependentes de até cinco anos. Há ainda uma série de reajustes salariais previstos. Em novembro, os ganhos do técnico passam para R$7.592,53 e os do analista para R$11.890,82. Até janeiro de 2019, o técnico terá remuneração de R$8.475,37 e o analista de R$13.339,30. 

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Fonte: www.folhadirigida.com.br

 

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