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Concurso Juiz Federal TRF5: Edital Iminente!

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Edital iminente para o concurso de Juiz Federal do TRF5

Concurso Juiz Federal TRF5: Edital Iminente!

O TRF5 iniciou, formalmente, os trâmites para a realização de um novo concurso público destinado ao cargo de Juiz Federal. A movimentação administrativa recente sinaliza que o edital é iminente e que o ciclo da magistratura federal na 5ª Região permanece ativo e estratégico. A autorização do novo certame foi aprovada pelo Plenário Administrativo em 17 de dezembro de 2025, conforme consta da ata publicada no Diário Eletrônico Administrativo. Na sequência, foi constituída a Comissão Examinadora do XVI Concurso, por meio do Ato nº 41/2026, publicado em 29 de janeiro de 2026. Esses dois atos são juridicamente relevantes: a autorização formal consolida a decisão institucional de realizar o concurso, enquanto a formação da comissão marca o início concreto da organização do edital.

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  • Autorização formal e comissão examinadora constituída para o concurso de Juiz Federal do TRF5
  • Quando foi o último concurso para Juiz Federal do TRF5?
  • Remuneração e atratividade da carreira
  • Etapas do concurso Juiz Federal do TRF5: o que esperar em cada fase?
    • Primeira etapa: Prova objetiva seletiva
    • Segunda etapa: Provas escritas
    • Terceira etapa: Inscrição definitiva e investigação social
    • Quarta etapa: Prova oral
    • Quinta etapa: Avaliação de títulos
    • Sistema de pontuação e classificação final
    • Qual é a região do TRF5?
  • Análise da prova objetiva do TRF5 2025
  • Conclusão

Autorização formal e comissão examinadora constituída para o concurso de Juiz Federal do TRF5

A realização do novo concurso foi formalmente aprovada pelo Plenário Administrativo do TRF5, por unanimidade, em 17 de dezembro de 2025, com posterior publicação no Diário Eletrônico Administrativo. Trata-se de deliberação institucional definitiva, que marca o início formal do ciclo do certame para Juiz Federal Substituto.

Na sequência, foi publicada a constituição da Comissão Examinadora do XVI Concurso, por meio do Ato nº 41/2026. A comissão é composta por desembargadores federais, juiz federal, representante da Ordem dos Advogados do Brasil, membro do Ministério Público Federal e professores universitários, observando a composição plural exigida para concursos da magistratura.

Nos termos da Resolução CNJ nº 75/2009, a constituição da comissão é o marco jurídico inicial do concurso. Cabe a ela elaborar o edital, definir o cronograma, acompanhar a execução das provas e conduzir as etapas do certame. Não se trata de ato meramente formal, mas de requisito indispensável para a publicação do edital.

O encadeamento é objetivo: autorização em dezembro de 2025, instituição da comissão em janeiro de 2026 e aplicação obrigatória das diretrizes da Resolução nº 75/2009. Considerando que o concurso anterior foi recentemente concluído, o cenário indica publicação do edital em prazo curto, dentro da lógica de planejamento institucional do Tribunal.

O concurso está autorizado, estruturado e normativamente enquadrado. O próximo passo natural é a publicação do edital.

 

Quando foi o último concurso para Juiz Federal do TRF5?

O último concurso para Juiz Federal do TRF5 teve edital publicado em 15 de janeiro de 2025, após definição da banca e conclusão dos atos preparatórios em 2024. O certame seguiu a estrutura prevista na Resolução CNJ nº 75/2009, com as etapas clássicas da magistratura:

  • prova objetiva seletiva;
  • provas escritas;
  • inscrição definitiva com investigação social;
  • prova oral;
  • avaliação de títulos.

Foram ofertadas:

  • 11 vagas imediatas;
  • cadastro de reserva;
  • remuneração inicial próxima a R$37,7 mil.

A homologação ocorreu em dezembro de 2025, com nomeações efetivadas ainda no mesmo mês. O cronograma foi regular ao longo do ano, com divulgação sucessiva de resultados das provas escritas, realização da prova oral em dezembro e encerramento formal antes do término do exercício.

Esse histórico revela dois pontos objetivos: o TRF5 concluiu o concurso anterior com celeridade e já iniciou novo certame em intervalo reduzido, demonstrando continuidade administrativa e planejamento institucional.

A curta distância entre homologação e nova autorização demonstra planejamento institucional contínuo e necessidade concreta de recomposição do quadro. Para o candidato, o cenário é claro: o TRF5 permanece em ciclo ativo de concursos, o que impõe preparação antecipada e estruturada.

Para entender como o edital anterior foi estruturado e utilizar esse modelo como referência para o próximo concurso, clique aqui e confira a análise completa do último edital do TRF5.

 

Remuneração e atratividade da carreira

A magistratura federal permanece entre as carreiras mais valorizadas do serviço público, tanto sob o aspecto institucional quanto remuneratório. O subsídio inicial do cargo de Juiz Federal está em torno de R$37,7 mil, conforme a estrutura constitucional da carreira e o regime de subsídio aplicável.

A progressão funcional conduz a remunerações mais elevadas nos cargos de Juiz Federal titular e, posteriormente, de Desembargador Federal, com evolução baseada em antiguidade e merecimento, o que garante estabilidade e previsibilidade remuneratória.

Além do subsídio, há verbas indenizatórias e benefícios previstos em lei, como auxílios e retribuições autorizadas, inclusive por atividade docente e participação em bancas examinadoras.

Trata-se de carreira de Estado voltada à jurisdição em matérias de alta complexidade (constitucionais, administrativas, previdenciárias, tributárias e criminais) o que justifica a estrutura remuneratória compatível com a responsabilidade do cargo.

O concurso para Juiz Federal do TRF5, portanto, alia elevada exigência técnica a uma das carreiras mais estruturadas e bem remuneradas do país, sendo especialmente atrativo para bacharéis em Direito que preencham os requisitos legais, inclusive o tempo mínimo de atividade jurídica.

Para compreender como essas exigências técnicas e institucionais se refletem na prática e quais são os desafios enfrentados logo após a posse, clique aqui e conheça a rotina de um Juiz Federal nos primeiros anos de carreira.

 

Etapas do concurso Juiz Federal do TRF5: o que esperar em cada fase?

O concurso para Juiz Federal do TRF5 seguirá, obrigatoriamente, a estrutura definida pela Resolução CNJ nº 75/2009, que uniformiza os certames da magistratura em todo o país. 

Trata-se de modelo escalonado, composto por fases sucessivas, de caráter eliminatório e classificatório, que exige desempenho técnico consistente e maturidade institucional ao longo de todo o processo seletivo.

 

Primeira etapa: Prova objetiva seletiva

A prova objetiva possui caráter eliminatório e classificatório e funciona como filtro inicial do certame. É composta por questões de múltipla escolha distribuídas em blocos temáticos, abrangendo as disciplinas previstas para a magistratura federal.

Para avançar, o candidato deve alcançar percentual mínimo de acertos em cada bloco e média global mínima, além de posicionar-se entre os mais bem classificados, considerando-se o redutor estabelecido na regulamentação.

Essa é a fase de maior eliminação. O domínio da lei seca, a compreensão da jurisprudência consolidada dos tribunais superiores e a leitura técnica das questões, que exigem precisão conceitual, são determinantes. Não se trata apenas de saber o conteúdo, mas de evitar erros estratégicos que comprometem a média por bloco.

 

Segunda etapa: Provas escritas

A segunda etapa é composta por duas provas escritas, ambas eliminatórias e classificatórias, e representa verdadeira transição do perfil de candidato para o de julgador.

A primeira prova escrita é discursiva, envolvendo questões sobre matérias jurídicas e temas de formação humanística. Avalia-se não apenas o conhecimento técnico, mas também a capacidade de organização do raciocínio, clareza argumentativa e domínio do vernáculo.

A segunda prova escrita consiste, na Justiça Federal, na elaboração de duas sentenças, uma de natureza cível e outra criminal. Aqui se exige postura decisória. O candidato deve estruturar relatório, fundamentação e dispositivo com técnica, coerência e alinhamento à jurisprudência dominante. 

A avaliação considera conhecimento jurídico, capacidade de fundamentação, técnica processual e correção da linguagem.

Essa fase costuma ser decisiva para a classificação final, pois possui peso elevado na média geral do concurso.

 

Terceira etapa: Inscrição definitiva e investigação social

Superadas as provas escritas, inicia-se a fase de inscrição definitiva, que envolve sindicância da vida pregressa, investigação social, exame de sanidade física e mental e exame psicotécnico.

Trata-se de etapa eliminatória voltada à verificação da idoneidade moral, equilíbrio emocional e aptidão para o exercício da magistratura. São analisados antecedentes, histórico profissional, conduta pública e compatibilidade do perfil do candidato com as exigências institucionais da função jurisdicional.

Não é uma fase meramente formal: ela integra o processo de seleção qualitativa da magistratura.

 

Quarta etapa: Prova oral

A prova oral possui caráter eliminatório e classificatório e submete o candidato à arguição pública pela comissão examinadora. Os temas são sorteados e a avaliação envolve domínio do conteúdo jurídico, segurança na exposição, capacidade de síntese, postura institucional e equilíbrio emocional.

É a fase que mais aproxima o candidato da realidade da magistratura. Além do conhecimento técnico, exige maturidade, firmeza argumentativa e habilidade para responder a questionamentos sob pressão.

O desempenho na prova oral possui peso relevante na média final, podendo alterar significativamente a classificação geral.

Para quem quer treinar a prova oral com foco em resultados, clique aqui e veja técnicas práticas para simular a banca e treinar a prova oral em casa, com métodos adotados por aprovados e recomendações de como estruturar a prática de forma eficiente.

 

Quinta etapa: Avaliação de títulos

A avaliação de títulos tem caráter classificatório e considera a trajetória acadêmica e profissional do candidato. São pontuados, conforme critérios objetivos definidos no edital, títulos como pós-graduação, mestrado, doutorado, exercício de magistério jurídico, tempo de atividade jurídica e produção científica.

Embora não elimine, essa etapa pode impactar a posição final na lista de classificação, especialmente em concursos com elevado nível de competitividade.

Para compreender como funciona a etapa de títulos, quais certificações costumam ter maior peso e como organizar estrategicamente sua documentação, clique aqui e confira as orientações do Curso Ênfase sobre como maximizar sua pontuação na prova de títulos.

 

Sistema de pontuação e classificação final

A média final é calculada por média aritmética ponderada, com pesos específicos atribuídos a cada etapa. As provas escritas possuem peso elevado, seguidas da prova oral, enquanto a prova objetiva e a avaliação de títulos também influenciam o resultado, ainda que com menor peso relativo.

Isso significa que desempenho sólido nas provas escritas e na prova oral costuma ser determinante para alcançar as primeiras posições na classificação final.

Em síntese, o concurso para Juiz Federal do TRF5 não avalia apenas conhecimento acumulado. Ele exige constância, técnica redacional, domínio jurisprudencial, maturidade institucional e capacidade de decidir com fundamento. Compreender a lógica de cada fase permite estruturar a preparação de forma estratégica, ajustando foco e intensidade conforme as exigências específicas de cada etapa do certame.

 

Qual é a região do TRF5?

O TRF5 exerce jurisdição sobre seis estados do Nordeste: Alagoas, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Sergipe. A região concentra elevado volume de demandas federais, especialmente nas áreas previdenciária, tributária, administrativa, ambiental e criminal.

A Justiça Federal da 5ª Região abrange capitais e subseções no interior, o que amplia a capilaridade da atuação jurisdicional e expõe o magistrado a diferentes realidades sociais e econômicas.

A autorização de novo concurso revela necessidade contínua de recomposição do quadro e compromisso com a regularidade da prestação jurisdicional, evitando acúmulo processual e garantindo eficiência.

O curto intervalo entre o concurso anterior e a nova autorização demonstra planejamento institucional e política ativa de provimento de cargos.

 

Análise da prova objetiva do TRF5 2025

A prova objetiva do TRF5 2025, organizada pela FGV e aplicada em 25 de maio, reafirmou o padrão de elevada densidade técnica característico da magistratura federal. O exame não se limitou à verificação de conhecimento normativo isolado, mas exigiu leitura aplicada do Direito, domínio jurisprudencial e capacidade de articulação sistemática entre diferentes ramos.

Com 100 questões a serem resolvidas em cinco horas, a gestão do tempo tornou-se elemento determinante. A prova combinou:

  • enunciados casuísticos e contextualizados;
  • alternativas próximas e tecnicamente plausíveis;
  • distinções conceituais sutis;
  • elevada exigência de precisão normativa.

O padrão de cobrança evidenciou predominância da legislação seca como fundamento principal das questões (aproximadamente 55%), especialmente nas disciplinas de:

  • Direito Previdenciário;
  • Direito Ambiental;
  • Direito Processual Penal.

A jurisprudência teve papel decisivo, seja de forma isolada (cerca de 20%), seja combinada com a norma (aproximadamente 13%). Destacaram-se temas como:

  • controle de constitucionalidade;
  • responsabilidade tributária;
  • princípios constitucionais e direitos fundamentais.

A doutrina apareceu de maneira pontual, porém estratégica, sobretudo em Direito Civil e Teoria Geral do Direito, exigindo compreensão teórica qualificada e não mera reprodução de conceitos.

A distribuição das questões revelou equilíbrio formal, mas com centralidade clara nos núcleos estruturantes da magistratura federal. Lideraram a cobrança:

  • Direito Constitucional;
  • Direito Administrativo.

Mantiveram peso expressivo:

  • Direito Processual Civil;
  • Direito Civil.

Apresentaram incidência relevante:

  • Direito Previdenciário;
  • Direito Penal;
  • Direito Processual Penal;
  • Direito Tributário;
  • Direito Ambiental.

Também foram contempladas disciplinas complementares como:

  • Direito Internacional Público;
  • Direito Econômico;
  • Direitos Humanos;
  • Direito Empresarial;
  • Direito Financeiro;
  • Filosofia do Direito;
  • Teoria Geral do Direito.

O recorte temático indicou prioridade para:

  • controle de constitucionalidade;
  • licitações e contratos administrativos;
  • execução e tutela coletiva;
  • teoria geral das obrigações e responsabilidade civil;
  • limitações constitucionais ao poder de tributar;
  • regime geral de previdência social;
  • normas constitucionais ambientais;
  • princípios da ordem econômica.

Mais do que testar memória, o TRF5 2025 avaliou consistência argumentativa, segurança interpretativa e desempenho sob pressão. A objetiva consolidou-se como etapa eliminatória robusta e coerente com o perfil institucional exigido da magistratura federal.

Para uma análise técnica aprofundada da prova objetiva do TRF5 2025, com exame do nível de exigência, do perfil de cobrança da banca e dos temas de maior incidência, clique aqui e confira a análise completa elaborada pelo time do Curso Ênfase.

 

Conclusão

A autorização formal do novo concurso para Juiz Federal do TRF5, aliada à constituição da Comissão Examinadora, demonstra que o certame já se encontra em fase avançada de organização. O edital não é mera expectativa, mas consequência natural de um processo administrativo já iniciado e estruturado. O cenário institucional está definido, e o modelo do concurso segue parâmetros normativos consolidados para ingresso na magistratura.

Para o candidato que almeja a carreira, este é o momento estratégico de intensificar a preparação. A magistratura federal exige domínio técnico consistente, leitura sistemática da legislação, atualização jurisprudencial permanente e treinamento específico para provas escritas, elaboração de sentenças e prova oral. Não há espaço para improviso ou preparação fragmentada.

A aprovação nesse tipo de concurso resulta de método, planejamento e constância. Exige compreensão do perfil da banca, análise das provas anteriores e amadurecimento argumentativo progressivo, alinhado às competências esperadas do futuro juiz federal.

Não perca tempo, comece a se preparar para a sua aprovação com nossos cursos regulares: 

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No Curso Ênfase, a preparação é estruturada exatamente sob essa perspectiva: estudo orientado por análise estatística das matrizes de cobrança, simulados autorais, treinamento prático e acompanhamento técnico especializado em todas as fases do concurso. Mais do que transmitir conteúdo, o compromisso é oferecer direção estratégica e coerência metodológica.

O TRF5 já sinalizou que o concurso é realidade. Em seleções de alta performance, a antecipação costuma ser decisiva. O edital pode ser publicado em breve. Estar preparado antes dele é o que diferencia a expectativa de aprovação concreta.

Escrito por Letícia Trajano. Graduada em Direito pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Pós-graduada em Advocacia Trabalhista e Previdenciária. Revisora Jurídica no Curso Ênfase.

Curso Ênfase – Pela mão até a aprovação!

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