Como usar mapas mentais e se dar bem nos estudos?

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Como usar mapas mentais e se dar bem nos estudos?

Uma das dificuldades de quem se prepara para concursos públicos é saber o que, de fato, ajuda ou atrapalha na hora de estudar. São tantos números, leis e conceitos que fica fácil se perder. É nesse momento que faz toda diferença saber como aplicar técnicas de estudo como os mapas mentais.

Os mapas mentais são uma estratégia muito utilizada por estudantes. Eles funcionam bem para praticamente qualquer matéria e qualquer objetivo, são altamente versáteis e trazem inúmeros benefícios para a aplicação do conhecimento. Além disso, são muito simples e podem ser feitos em qualquer lugar!

Abaixo, explicamos de que forma os mapas mentais ajudam a memorizar assuntos, como usar essa técnica em uma rotina de estudos e como criar mapas eficientes. Aproveite as dicas para melhorar sua preparação!

O que são os mapas mentais?

Um mapa mental é um diagrama que serve para organizar ideias de forma lógica e concisa. Ele sempre parte de um tema principal que se destrincha em “galhos”, os quais se constituem como subtópicos. Os “galhos” podem gerar outros e assim sucessivamente.

Pode-se criar um mapa mental sobre temas de todas as áreas, desde a gestão de uma empresa até as divisões de um conteúdo de concurso. O objetivo é permitir que uma pessoa entenda de maneira simples como um assunto é dividido.

Muitas pessoas fazem uso de setas, palavras-chave e diferentes cores para destacar visualmente elementos do mapa e, consequentemente, fixar de maneira mais fácil o assunto.

Como funcionam os mapas mentais?

Nosso cérebro é formado por milhões de células conhecidas como neurônios. Biologicamente falando, elas se parecem como pequenos galhos e se conectam umas com as outras a partir de terminações que são muito semelhantes às raízes. Essas estruturas são capazes de criar associações e passar informações em frações de milésimos de segundos.

Os mapas mentais atuam justamente seguindo a lógica dos neurônios. Eles ajudam o cérebro a estabelecer conexões importantes entre os assuntos, associando-os a imagens, cores e outras ferramentas utilizadas na hora de criá-los.

Esse tipo de ferramenta é muito interessante para a memória, já que auxilia o cérebro a armazenar as informações de forma compacta, de rápido acesso. Em outras palavras, os mapas mentais ajudam os neurônios a fazer conexões entre os assuntos de maneira ainda mais rápida e eficiente.

Como usar os mapas na rotina de estudos?

O mapa mental serve para qualquer pessoa fixar um assunto por muito tempo na sua memória, mas essa ferramenta tem ainda mais importância na rotina de quem está se preparando para disputar uma vaga no serviço público.

A grande quantidade de teorias e detalhes exigidos nos concursos, principalmente os da área jurídica, requer que os candidatos reúnam uma série de técnicas para ter uma preparação de qualidade. Os mapas mentais fazem a diferença em uma das fases mais importantes: a revisão.

O erro de alguns concurseiros é concentrar todos os esforços em estudar os assuntos um atrás do outro, “devorar a lista de conteúdos programáticos”, até a semana da prova. Porém, essa não é uma estratégia inteligente: tudo se perde em poucos dias.

O que vem dando certo para a maioria é estudar por meio de técnicas como:

  • ciclo de estudos;
  • flashcards;
  • resumos;
  • mapas mentais.

Em outras palavras, o ideal é valorizar a revisão dos assuntos, ativar gatilhos para se lembrar das teorias.

Criar mapas mentais para temas completos, cheios de detalhes importantes, e voltar a estudá-los rapidamente no final de cada semana ajuda a manter regras e conceitos importantes no subconsciente.

Como criar mapas mentais eficientes?

Abaixo, veja dicas sobre o que não pode faltar em um mapa mental e como torná-lo ainda mais eficiente para o seu aprendizado.

Aposte na concisão

Está lembrado de que falamos, pouco antes, sobre como os mapas ajudam o cérebro a realizar conexões de maneira rápida e eficiente? Bom, por isso mesmo, quem cria um mapa mental precisa apostar na concisão na hora de executá-lo.

O mapa exige uma linguagem “enxuta”. Escolha palavras-chave e explicações que não ultrapassem uma frase. Isso tornará o processo de leitura e de associação cerebral muito mais rápido.

Escolha o tema principal

Se o próprio assunto não for o tema principal (por exemplo, “Revolução Francesa”), certifique-se de que o termo ou expressão usado no lugar realmente abrange os subtópicos. A funcionalidade do mapa depende desse início.

A partir daí, fica muito mais fácil passar para o próximo passo. Confira a seguir!

Centralize o que for importante

Boa parte da eficácia dos mapas mentais está na parte da sua imagem. Nosso cérebro, ao bater o olho no mapa, criará conexões e visualizará aquilo que estiver mais destacado.

Por isso, é muito importante que o tema do mapa esteja centralizado. Assim, nossa visão criará os ramos que ligarão o assunto principal aos “galhos”, ou seja, temas secundários e que estão relacionados com aquilo.

Abuse das cores

Utilize diferentes cores para os ramos do tema principal. Isso deixa o mapa mais dinâmico e permite que cada cor funcione como um “gatilho mental”, fazendo com que você associe determinadas cores às informações presentes no texto.

Aqui, podemos também destacar o uso de palavras-chave. Elas fazem toda a diferença na eficácia de seu mapa mental e podem ser utilizadas com cores diferentes, facilitando a memorização.

Não se preocupe com espaços vazios

Um mapa mental eficiente tem um visual clean (limpo), agradável aos olhos. Isso facilita a revisão. Fuja de explicações longas, cores repetidas e muitos recursos gráficos; garanta que haja espaços entre os ramos do tema principal.

Esse tipo de estratégia é até mesmo interessante para que o cérebro perceba as lacunas e tente preenchê-las com outras informações, que não estão ali no mapa. É um bom exercício para a mente!

Não seja perfeccionista

Cuidado para não passar muito tempo na construção do mapa mental. Lembre-se de que é importante otimizar o tempo de estudo; use as cores e outros recursos como forma de melhorar a técnica e não como meio de diversão.

Isso, é claro, não quer dizer que você não deva investir em momentos de lazer! No entanto, trazê-los para a hora dos estudos pode fazer com que você se distraia, perca tempo e acabe procrastinando. Cuidado!

Deixe os mapas sempre visíveis

Por fim, a nossa dica é: deixe seus mapas mentais sempre visíveis. De nada adianta fazê-los se você não olhará para eles com certa frequência. Sendo assim, nada melhor do que reservar um espaço em sua parede, por exemplo, para fixá-los.

O contato frequente com as informações ali contidas fará toda a diferença na memorização daqueles dados e, claro, na criação de conexões neurais entre os assuntos presentes nos gráficos.

Os mapas mentais ajudam na absorção dos mais variados assuntos e tornam os momentos de estudos muito mais produtivos. No planejamento para um concurso, vale lembrar que uma estratégia inteligente é combinar essa técnica com outras que também facilitam o aprendizado. São detalhes como esse que aproximam o concurseiro de uma aprovação.

As dicas não param por aqui! Se você também está se preparando para um concurso, veja como funciona cada etapa do concurso público. É importante adquirir o maior número possível de informações para mandar bem nessa prova e conquistar sua tão sonhada vaga. Boa leitura!

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