TST deve ter três especialidades de técnico no seu concurso

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TST deve ter três especialidades de técnico no seu concurso

O concurso do Tribunal Superior do Trabalho, previsto para este ano, deverá contar com oportunidades em cargos dos níveis médio, médio/técnico e superior, sendo que, no caso do técnico judiciário, as especialidades oferecidas têm grandes chances de serem as mesmas do concurso realizado em 2012. Isso porque nas duas últimas seleções do TST, em 2007 e 2012, as áreas do técnico foram as mesmas. 

As especialidades são Administrativa (nível médio), Segurança Judiciária (médio ou médio/técnico + carteira de habilitação na categoria D ou E) e Programação (médio ou médio/técnico + curso de Programação com, no mínimo, 120 horas/aula). Para analista, as áreas vêm mudando de acordo com o concurso. O desejo de abrir a seleção foi manifestado pelo presidente do TST, ministro Ives Gandra Martins Filho. 
 

Neste ano de 2017, o presidente acredita que a Justiça do Trabalho terá mais tranquilidade fiscal para desempenhar suas atividades, mesmo com a aprovação do teto dos gastos. Com um orçamento previsto de R$20,1 bilhões (R$3 bilhões a mais do que em 2016), o tribunal poderá manter o funcionamento do judiciário trabalhista e, consequentemente, abrir o concurso. O TST tem sede no Distrito Federal, onde costuma ser o único local de aplicação das provas. Quem mora em outros estados e tem interesse em participar da disputa já pode ir se programando e estudando.

 

O técnico judiciário tem remuneração de R$7.051 e o analista de R$11.003. O regime de contratação é o estatutário, que assegura a estabilidade. No último concurso, em 2012, os candidatos a técnico responderam a 30 questões objetivas sobre Conhecimentos Básicos e 30 de Conhecimentos Específicos. Já para analista, foram 20 de Conhecimentos Básicos e 40 de Conhecimentos Específicos. Houve ainda redação para analistas e estudo de caso para técnicos em Programação. O prazo de validade do concurso, de dois anos, foi prorrogado por igual período.

A previsão é de que o próximo concurso possa ser lançado em abril deste ano, com abertura imediata das inscrições. A Fundação Carlos Chagas (FCC) venceu o processo licitatório e será a banca responsável por organizar o certame. Segundo fontes ligadas ao tribunal, concorreram, além da FCC, a Fundação Getulio Vargas (FGV) e o Cebraspe (antigo Cespe/UnB).

Fonte: www.folhadirigida.com.br 

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