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Prova Comentada ENAM – 1º Exame (Reaplicação em Manaus)

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Prova Comentada ENAM – 1º Exame (Reaplicação em Manaus)

Prova Comentada ENAM – 1º Exame (Reaplicação em Manaus)

O ENAM consolidou-se como a primeira etapa obrigatória para quem pretende ingressar na magistratura. Instituído pelo Conselho Nacional de Justiça, o exame passou a ser requisito indispensável para inscrição nos concursos de juiz. Sem a sua aprovação, o candidato sequer pode disputar uma vaga no tribunal desejado. O primeiro exame foi realizado em 14 de abril de 2024, com aplicação nacional de prova composta por 80 questões objetivas e duração de cinco horas. Em Manaus, contudo, um apagão interrompeu a aplicação por mais de duas horas, impactando centenas de candidatos. Para garantir a isonomia, a Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados (Enfam), em conjunto com a Fundação Getúlio Vargas, decidiu reaplicar a prova no dia 19 de maio para os 557 examinandos prejudicados, dos quais 329 compareceram. O episódio reforçou a seriedade institucional do ENAM e evidenciou sua relevância como filtro técnico nacional. Mais do que compreender o contexto, é essencial analisar o perfil da prova e seus desdobramentos. Neste artigo, além de contextualizar o primeiro exame e apresentar as principais impressões sobre a reaplicação em Manaus, disponibilizamos a prova comentada como ferramenta estratégica para orientar a preparação para os próximos exames e para os concursos da magistratura.

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  • Por que a prova precisou ser reaplicada?
  • Impressões da prova e perfil do primeiro exame do ENAM
  • O que você encontra neste material comentado?
  • Oportunidades para quem se habilitou
  • Resultados que traduzem estratégia
  • Conclusão

Por que a prova precisou ser reaplicada?

O ENAM foi instituído pela Resolução nº 531 do CNJ com o objetivo de estabelecer um padrão nacional mínimo de qualificação para ingresso na magistratura. A partir de sua criação, a aprovação no exame tornou-se requisito obrigatório para inscrição nos concursos de juiz, funcionando como um filtro técnico prévio e uniforme em todo o país.

O primeiro exame foi aplicado simultaneamente em diversas capitais brasileiras. Em Manaus, porém, uma interrupção no fornecimento de energia elétrica, que atingiu cerca de 85% da cidade, comprometeu a regular continuidade da prova para centenas de candidatos. Muitos examinandos não conseguiram concluir o exame dentro do tempo previsto, o que afetaria a igualdade de condições entre os participantes.

Diante desse cenário, a Enfam, responsável pela coordenação do exame, em conjunto com a FGV, responsável pela elaboração e aplicação da prova, deliberou pela reaplicação exclusiva aos candidatos prejudicados.

A decisão teve fundamento claro: preservar a isonomia, a segurança jurídica e a credibilidade do processo seletivo.

A reaplicação não representou um privilégio, mas sim uma medida necessária para assegurar que todos os candidatos fossem avaliados sob as mesmas condições. Esse episódio, além de inusitado, evidenciou a preocupação institucional com a integridade do ENAM e com a legitimidade do novo modelo de habilitação nacional para a magistratura.

 

Impressões da prova e perfil do primeiro exame do ENAM

A reaplicação do ENAM em Manaus manteve rigorosamente o mesmo padrão técnico da prova aplicada em 14 de abril, o que confirmou a intenção da banca de preservar a equivalência entre os exames.

Candidatos relataram que o nível de exigência foi elevado e, para muitos, até mais desafiador do que o esperado para uma etapa de habilitação. A percepção predominante foi a de que o ENAM já se apresenta com densidade semelhante à de uma primeira fase tradicional da magistratura.

A estrutura da prova seguiu o modelo previamente anunciado: 80 questões objetivas, cada uma com cinco alternativas e apenas uma correta. 

O conteúdo concentrou-se no núcleo essencial das disciplinas jurídicas exigidas para a carreira, abrangendo Direito Constitucional (inclusive desdobramentos como Constitucional do Trabalho e Constitucional Tributário), Direito Administrativo, Direito Processual Civil, Direito Civil, Direito Penal, Direito Empresarial, Direitos Humanos e Noções Gerais de Direito e Formação Humanística.

O aspecto que mais chamou atenção foi o perfil de cobrança. A prova privilegiou de forma marcante a legislação. Mais da metade das questões exigia domínio direto de dispositivos legais, enquanto a jurisprudência apareceu em proporção significativamente menor.

Questões exclusivamente teóricas foram minoria. Além disso, diversas perguntas foram estruturadas com base em situações concretas, exigindo não apenas memorização, mas capacidade de aplicação prática da norma ao caso apresentado.

Esse desenho revela uma mensagem clara da banca: o candidato precisa dominar a base normativa com segurança e estar preparado para interpretar o texto legal em contextos práticos. A leitura sistemática da lei seca mostrou-se decisiva, enquanto a atualização jurisprudencial, embora relevante, teve papel secundário neste exame.

No que se refere ao gabarito, o comportamento da banca também foi um indicativo importante do perfil institucional do exame. Após a divulgação do gabarito preliminar, foram interpostos inúmeros recursos. 

Ainda assim, o resultado definitivo foi minimalista: apenas uma questão foi anulada e apenas uma teve o gabarito alterado. A anulação ocorreu na questão 66 da prova Tipo 1 (correspondente à 64 das provas Tipos 2 e 4 e à 63 da Tipo 3). Já a questão 74 da prova Tipo 1 teve o gabarito modificado para a alternativa C.

A postura demonstra rigidez técnica e baixa tendência a revisões amplas, o que reforça a necessidade de preparação precisa e domínio seguro do conteúdo. Em síntese, o primeiro exame do ENAM deixou três sinais inequívocos: alto nível de exigência, centralidade da legislação e rigor na manutenção do gabarito. 

 

O que você encontra neste material comentado?

A prova comentada elaborada pelo Curso Ênfase não se limita à simples divulgação de um gabarito extraoficial. Trata-se de um material técnico, estruturado e cuidadosamente fundamentado, desenvolvido para que o candidato possa realizar uma avaliação criteriosa do seu desempenho e extrair da prova um aprendizado estratégico.

Cada uma das 80 questões foi analisada de forma individual e minuciosa. O candidato encontrará:

  • A indicação da alternativa correta, acompanhada de fundamentação clara e objetiva, com referência precisa aos dispositivos legais pertinentes, aos entendimentos jurisprudenciais consolidados ou às construções doutrinárias aplicáveis;
  • O exame detalhado das alternativas incorretas, demonstrando exatamente o ponto de falha, seja por erro conceitual, interpretação inadequada da norma, divergência em relação à jurisprudência dominante ou impropriedade técnica na formulação;
  • A sinalização de hipóteses em que a questão pode comportar discussão recursal juridicamente consistente, quando houver ambiguidade no enunciado, inadequação técnica ou margem interpretativa relevante;
  • A identificação do perfil de cobrança da questão, indicando se a resposta exigiu conhecimento predominantemente legal, jurisprudencial, doutrinário ou uma combinação entre esses elementos.

Esse nível de aprofundamento cumpre uma função dupla. Primeiro, permite ao candidato verificar, com segurança técnica, se atingiu o percentual mínimo necessário à habilitação, utilizando um material fundamentado e estruturado, e não apenas um gabarito simplificado.

Segundo, transforma a própria prova em ferramenta de estudo. Ao analisar o padrão de cobrança, a profundidade exigida e os temas mais enfatizados, o candidato consegue mapear lacunas, compreender tendências e ajustar o planejamento para as próximas edições do ENAM e para os concursos da magistratura.

Mais do que indicar respostas corretas, a análise comentada oferece uma leitura estratégica do exame. Ela revela como a banca construiu as alternativas, quais armadilhas foram utilizadas, qual foi o grau de literalidade exigido e de que forma os conteúdos foram explorados.

O material não serve apenas para conferir acertos e erros. Ele funciona como diagnóstico técnico do seu nível de preparação e como guia objetivo para aprimorar a performance nas próximas etapas da carreira.

Para acessar a análise completa, com a fundamentação detalhada de todas as questões, clique aqui.

 

Oportunidades para quem se habilitou

A aprovação no ENAM representa muito mais do que a superação de uma etapa eliminatória. Ela significa estar formalmente habilitado para disputar os concursos da magistratura que vierem a ser publicados.

À época do primeiro exame, houve uma mudança estrutural no acesso à carreira. Diversos tribunais aguardavam a consolidação do ENAM como etapa prévia para prosseguir com seus concursos. Com a conclusão do exame, abriu-se caminho para a retomada regular do fluxo de certames.

Esse é um ponto relevante. O ENAM não substitui o concurso público, mas redefine o ponto de partida. A partir dele, o candidato que alcança o percentual mínimo passa a integrar o universo efetivamente apto a disputar vagas nas Justiças Federal, Estadual e do Trabalho.

Além disso, o próprio perfil da prova trouxe informações estratégicas para os próximos passos da preparação. A forte incidência de legislação, a presença significativa de casos concretos e o rigor na manutenção do gabarito indicaram que:

  • o domínio da lei seca é indispensável;
  • a leitura atenta do enunciado é decisiva;
  • a margem para revisão de questões é reduzida;
  • a preparação deve ser técnica e consistente desde a base.

Para quem foi aprovado, o foco passa a ser a preparação para as fases seguintes dos concursos, especialmente discursivas, sentenças e prova oral.

Para quem não atingiu o percentual mínimo, a mensagem também foi clara. O ENAM exige preparação estruturada, não improviso. A análise do primeiro exame fornece insumos valiosos para reorganizar o planejamento e enfrentar as próximas aplicações com maior maturidade estratégica.

Independentemente do momento histórico em que o exame foi realizado, uma conclusão permanece atual. O ENAM consolidou-se como etapa fundamental da trajetória rumo à magistratura. A habilitação representa permanência efetiva na seleção. A não habilitação impõe revisão estratégica, ajuste de método e realinhamento do plano de estudo.

E é exatamente por isso que compreender o perfil da prova e estudar sua versão comentada continua sendo um diferencial, mesmo anos após sua aplicação.

 

Resultados que traduzem estratégia

A trajetória do Curso Ênfase na preparação para a magistratura não se constrói a partir de promessas pontuais, mas de resultados consistentes ao longo dos anos. Acompanhamos candidatos desde as primeiras fases até a aprovação final, com metodologia estruturada e alinhada às exigências reais dos concursos.

Nos primeiros exames do ENAM, diversos alunos alcançaram a habilitação com apoio acadêmico do Ênfase. O resultado reflete a adequação metodológica ao novo modelo de seleção, marcado por cobrança nacional padronizada e exigência de preparação estrategicamente orientada ao perfil da banca.

Os resultados obtidos em concursos federais e estaduais também refletem uma construção metodológica baseada em critérios objetivos. A preparação é orientada por análise estatística de incidência temática, identificação de padrões de cobrança, acompanhamento contínuo da jurisprudência dos Tribunais Superiores e estudo sistemático da legislação. 

O foco não está na acumulação indiscriminada de conteúdo, mas na seleção técnica daquilo que efetivamente impacta o desempenho nas avaliações.

Essa abordagem permite ao candidato estruturar um planejamento racional, otimizar o tempo disponível e reduzir dispersões. Em vez de estudar de forma genérica, passa-se a estudar com finalidade definida, priorizando conteúdos com maior probabilidade de cobrança.

A proposta pedagógica não se limita à superação de uma etapa específica. O objetivo é construir uma base sólida que sustente toda a trajetória do concurso, desde o ENAM até as fases discursivas, prova de sentença e exame oral. 

O acompanhamento constante das transformações legislativas e das tendências jurisprudenciais garante atualização permanente e alinhamento com a magistratura contemporânea.

Mais do que preparar para um exame, trata-se de estruturar um caminho consistente rumo à aprovação.

 

Conclusão

Analisar uma prova vai muito além de conferir o gabarito. Exige leitura técnica das justificativas, compreensão do fundamento jurídico adotado pela banca e, principalmente, capacidade de transformar cada questão em diretriz concreta para o aprimoramento da preparação. 

É nesse processo que o exame deixa de ser apenas um filtro eliminatório e passa a se tornar instrumento estratégico de evolução.

A prova comentada do ENAM disponibilizada neste artigo cumpre exatamente essa função. Ao oferecer fundamentação detalhada das alternativas, examinar os equívocos das opções incorretas e mapear o perfil de cobrança da avaliação, o material permite que o candidato compreenda a lógica da banca e ajuste seu planejamento com maior precisão. 

Não se trata apenas de saber o que errou ou acertou, mas de entender por que errou, como a questão foi construída e quais padrões se repetem.

Entretanto, a habilitação no ENAM é apenas o ponto de partida. A trajetória até a magistratura é composta por etapas sucessivas e altamente seletivas, como provas discursivas, sentença, inscrição definitiva, exame oral e avaliação de títulos. 

Cada fase possui dinâmica própria e exige competências específicas, como técnica de redação jurídica, capacidade argumentativa, domínio do tempo, clareza na exposição oral e segurança emocional.

Diante desse cenário, a preparação não pode ser fragmentada. Ela precisa ser contínua, estruturada e orientada por método. O Curso Ênfase organiza seus programas com essa visão integrada, oferecendo preparação completa para todas as fases do concurso, desde o ENAM até as etapas finais. 

A metodologia combina análise estatística de incidência temática, acompanhamento jurisprudencial permanente e treinamento específico para provas discursivas e de sentença, sempre com foco naquilo que efetivamente impacta o desempenho.

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A aprovação na magistratura não resulta de esforço episódico. 

Ela é consequência de constância, estratégia e direcionamento técnico adequado. O ENAM representa o marco inicial dessa caminhada. As etapas seguintes exigirão aprofundamento, maturidade jurídica e preparação sistemática.

O planejamento começa agora. Com método e acompanhamento especializado, cada fase deixa de ser obstáculo e passa a ser etapa concreta rumo à toga.

Escrito por Letícia Trajano. Graduada em Direito pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Pós-graduada em Advocacia Trabalhista e Previdenciária. Revisora Jurídica no Curso Ênfase.

Curso Ênfase – Pela mão até a aprovação!

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